Liberdade aos sábados

Junho 21, 2009

Kite Web Image

Passear pela Liberdade é sempre um acontecimento único.

Sábado à tarde, eu e Ecio fomos até lá à procura de coisinhas que só o bairro japonês tem.
Com o sol do poente conferindo brilhos dourados nos postes vermelhos típicos, demos uma circulada pela feira do Largo da Liberdade, cheia de barraquinhas vendendo yakitoris, yakisobas, tempuras, sushis, etc. Nesses locais, é sempre importante confiar nas barracas que estão mais cheias… Mas todas estavam cheias !
Aliás, TODOS os lugares do bairro estavam cheios, e por um instante deu pra se sentir em Tokyo.

Queríamos gás. Gás pra fogão, daqueles de uma só boca que se leva pra picnic ou acampamento, mas que pode ter muitas outras finalidades, como ser útil pra fritar crepes francesíssimos. E esse gás achamos num mercado super – obviamente – LOTADO.
Ah, que delícia são esses mercadinhos japoneses. É um festival de cores, uma pós graduação em design de emba lagens, uma grande mostra de arte contemporânea. Juro que um dia quero aprender a ler e falar japonês… Compramos o gás e também lindos potinhos em formato de flor de lótus.
Se não estivéssemos com pressa, eu adoraria ter anotado vários nomes de produtos, encantando com o exotismo destes.
Relembrando aqui, vi de relance algas verdes fluorescentes desidratadas, sacos imensos de manjubas também desidratadas, snacks de ervilha torrada, amendoins com lulas, snacks em formato de polvo, miojos sabor o que você puder imaginar, balas de frutas que só existem nas florestas tropicais do outro lado do mundo, latinhas de sucos exóticos, chás, frutas, tudo com embalagens sensacionais… Dá vontade de comprar tudo.

Ecio comprou um pacote de biscoitos fininhos de polvilho só pra tapear a fome enquanto tentávamos, depois das compras, achar algum ótimo restaurante japonês aberto às 6 da tarde, mas isso sempre parece ser impossível. Eles só tornam a abrir depois das 19h. Eu teria encarado um botequinho japa só porque vi um monte de emo japboyz e japgirlz sentados na sarjeta ao lado do botequinho traçando seus yakisobas com vontade, mas Ecio preferiu dali pegar um taxi e rumar pros Jardins. Do Japão pra Arábia.

Dudu Candelot

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